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Vidas, veredas: paixão

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O camarada Luiz Manfredini lançou, na sexta, 22, à noite, em Teresina, o livro Vidas, veredas: paixão, iniciativa do Comitê Municipal do PCdoB da capital piauiense.
O livro, que reúne pouco mais de 100 perfis de quadros partidários que estiveram à frente do PCdoB nos últimos 30 anos, foi lançado no final do ano passado pela Fundação Maurício Grabois, como parte das comemorações pelos 90 anos de existência do PCdoB.
Vidas, veredas: paixão  será lançado em diversas capitais do País, no curso da preparação do décimo terceiro Congresso do Partido, convocado neste final de semana pelo Comitê Central para novembro próximo.
Nesta segunda, 25, Manfredini esteve lançando o livro em Porto Alegre, no bistrô do Sindicato dos Bancários.
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26/03/2013 at 08:41 Deixe um comentário

Luiz Manfredini lança Memória de Neblina

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Editora Ipê Amarelo promovem, Nesta quinta-feira, 24, o lançamento do romance Memória de Neblina, do jornalista e escritor curitibano Luiz Manfredini. Será das 19 às 22 horas, no Palacete dos Leões, o espaço cultural do BRDE (Avenida João Gualberto, 570), no centro de Curitiba.

Memória de Neblina é um romance sobre meninos e meninas que, sob a ditadura militar, conviveram com sonhos e pesadelos justamente quando estavam se formando para a vida. Hilários, dramáticos, amorosos, radicais, lutam e brincam a um só tempo. Vivem um tempo de trevas. Ainda assim, acendem risos. O lúdico não abandona o revolucionário. Nas frias madrugadas curitibanas, cobrem as imaculadas paredes de um colégio – todas elas – com poemas pichados com bastões de cera. Em seguida, mergulham
em estrepulias até o amanhecer. Dias depois, lá estão eles distribuindo panfletos em um bairro operário e discursando sobre bancos de praças. Mais tarde, entre operários e camponeses, semeiam sua revolução. Memória de Neblina é, sobretudo, um elogio ao pensamento humanista e transformador.

Junto com o anterior, As moças de Minas, o romance compõe um largo painel das encruzilhadas da juventude dos anos 60, onde se misturam utopias de transformação do mundo com arroubos lúdicos de uma adolescência ainda carregada de infância.

Luiz Manfredini é veterano jornalista em Curitiba e militante comunista há 45 anos. Trabalhou em O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e revista ISTOÉ, entre outros órgãos de imprensa. É colunista do portal Vermelho e membro
do Conselho Editorial da revista Princípios, editada em São Paulo.

TRECHO

“Lau embarcou primeiro. Quando, na escada do ônibus, voltou-se para me acenar, invadiu-me um lampejo sombrio, o de que talvez nunca mais nos víssemos. Procurei afastar o mau agouro. Meia hora depois embarquei para São Paulo. Anoitecia. A canícula vespertina untava-me o corpo com o óleo espesso do suor misturado ao pó. Pensei no que estaria por vir, a grande cidade, as fábricas, os operários. Mas logo o pensamento foi sugado pelo cenário do qual estava me desligando. A fazenda, os fardos de algodão, o sítio, a farra com os porcos, o ranchinho do Nélio, o céu estrelado vislumbrado pelos vãos da parede, os passeios a cavalo, o Ivaí rugindo nos fundos, as conversas noturnas sob o bruxuleio das lamparinas, os palheiros adocicados, o mundo rural da minha vivência recente ia desfilando pela memória com seus travos de saudade, até que o sono estendeu seu manto de silêncios e esquecimento sobre o cansaço dos meus dezoito anos incompletos”.

21/11/2011 at 07:42 Deixe um comentário

“As moças de Minas” na Bienal do Livro em São Paulo

“As moças de Minas”, romance-reportagem do escritor paranaense Luiz Manfredini sobre a luta contra o regime militar, estréia na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que começa hoje no parque de exposições Anhembi. O livro estará exposto no estande da Editora Anita Garibaldi. Até seu encerramento, no próximo dia 24, estima-se que cerca de 800 mil pessoas visitem os 70 mil metros quadrados da Bienal, participando de atividades culturais e conferindo as ofertas de mais de 350 expositores de todo o mundo.

O livro, cuja reedição atualizada e revisada foi lançado no último dia 19 de junho, no Palacete dos Leões, em Curitiba, pela editora Ipê Amarelo, também poderá ser adquirido pela Internet, no site www.anitagaribaldi.com.br Segundo o escritor e jornalista Emiliano José, autor do clássico “Lamarca, o capitão da guerrilha”, “As moças de Minas”, que a gente lê de um só fôlego pela força da história e pelo talento do autor, é uma dessas contribuições inestimáveis à compreensão do que a ditadura era capaz de fazer com seus adversários”.

Também impressionada com a dramática experiência das jovens mineiras nos anos 60, a deputada federal Manuela d’Ávila, candidata pelo PCdoB à Prefeitura de Porto Alegre, disse que “Luiz Manfredini abre as portas de uma memória dolorosa, mas necessária, para que este período dramático da nossa história jamais seja esquecido”.

14/08/2008 at 05:56 Deixe um comentário

Relançamento de “As moças de Minas” lota Palácio dos Leões, em Curitiba

relançamento de Moças de MinasO Palácio dos Leões – espaço cultural do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul (BRDE) em Curitiba – foi pequeno para receber as mais de 200 pessoas que se reuniram no lançamento da edição revisada e atualizada do livro “As moças de Minas”, do jornalista e escritor paranaense Luiz Manfredini, na noite da última quinta-feira. O governador Roberto Requião e sua mulher Maristela prestigiaram o evento, ao lado de secretários do Governo do Paraná e da Prefeitura de Curitiba, lideranças políticas, dirigentes sindicais, , jornalistas e intelectuais.

Lançado originalmente em 1989, “As moças de Minas” está sendo reeditado como parte das comemorações dos 40 anos das jornadas de 1968. Já estão marcados lançamentos em Florianópolis e Salvador.

Em “As moças de Minas”, Manfredini narra a dramática história de cinco jovens estudantes presas em Belo Horizonte, em 1969, por suas atividades de resistência ao regime militar – que incluíram sua transformação em operárias e camponesas para despertar as lutas sociais – e os terríveis sofrimentos pelos quais passaram. Ao contar essa história, Manfredini traça um panorama dos anos 60 no Brasil, particularmente pós-64, sob o regime militar.

Manfredini e RequiãoSe em “As moças de Minas” Manfredini examina os 60 com a lupa da investigação jornalística, no romance “Memória de Neblina”, com lançamento previsto para novembro próximo, o faz com a lente da ficção, descortinando o mundo a um só tempo dramático, suave e até engraçado daquela geração de românticos e rebeldes. “Memória de Neblina” desvenda uma comovente história de meninos dos anos 60 que mesclavam sonhos de transformação do mundo com os arroubos lúdicos de sua adolescência ainda carregada de infância.

Obra inestimável.

Emiliano José, jornalista, escritor, ex-deputado estadual pelo PT da Bahia e autor, entre outros, do clássico “Lamarca, o capitão da guerrilha”, assina a orelha de “As moças de Minas”. E garante: “O romance-reportagem de Luiz Manfredini, que a gente lê de um só fôlego pela força da história e pelo talento do autor, é uma dessas contribuições inestimáveis à compreensão do que a ditadura era capaz de fazer com seus adversários”.

Segundo Emiliano, “Manfredini escreve com a força do romancista, sem deixar de ser jornalista. Constrói com delicadeza os seus personagens reais, em meio ao terror, ao sangue, à violência desmedida e ao mesmo tempo metódica. Jornalistas como Manfredini não fingem qualquer imparcialidade. Têm lado”. E acrescenta: “Ter lado, no entanto, não o livra da apuração rigorosa, ao contrário. Ele deve procurar a verdade em meio àquele cipoal de fatos aparentemente desconexos. E ele o faz de modo primoroso”.

O livro também entusiasmou a jovem deputada federal gaúcha Manuela d’ Ávila (PCdoB),  a mulher mais votada no Brasil para a Câmara Federal em 2006. Ela nasceu mais de 20 anos depois dos acontecimentos narrados em “As moças de Minas”. “Muitos da minha geração ainda desconhecem o quanto foi preciso lutar – e sofrer – para que o Brasil conquistasse os espaços democráticos que usufrui hoje”, garante Manuela. Para a jovem parlamentar, em sua obra “Luiz Manfredini abre as portas de uma memória dolorosa, mas necessária, para que esse período dramático da nossa história jamais seja esquecido pelos que o vivenciaram e não deixe de ser conhecido pelos mais jovens”.

22/06/2008 at 11:40 1 comentário

Em dois livros, Luiz Manfredini revisita anos 60

Luiz ManfrediniAutor combina jornalismo e ficção para mergulhar numa das mais importantes décadas do século XX.

O jornalista e escritor paranaense Luiz Manfredini (foto) está lançando, em edição revisada e atualizada, o livro As Moças de Minas, cujo subtítulo é Uma história dos anos 60. Ao narrar a dramática história de cinco jovens estudantes presas em Belo Horizonte, em 1969, por suas atividades de resistência ao regime militar – que incluíram sua transformação em operárias e camponesas para despertar as lutas sociais -, e os terríveis sofrimentos pelos quais passaram, Manfredini revisita os primeiros anos da ditadura, especialmente 1968 e suas lutas memoráveis que agora completam 40 anos, além de traçar larga panorâmica sobre a década de 60, uma das mais importantes do século XX. Em Curitiba, o livro será lançado no dia 19 de junho próximo, no espaço cultural do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul ( BRDE).

Se em As moças de Minas Manfredini examina os 60 com a lupa da investigação jornalística, no romance Memória de Neblina, a ser lançado no segundo semestre, o faz com a lente da ficção, descortinando o mundo a um só tempo dramático, suave e até engraçado daquela geração de românticos e rebeldes. Uma comovente história de meninos dos anos 60 que mesclavam sonhos de transformação do mundo com os arroubos lúdicos de sua adolescência ainda carregada de infância.

As Moças de MinasObra inestimável

Emiliano José, jornalista, escritor, ex-deputado estadual pelo PT da Bahia e autor, entre outros, do clássico Lamarca, o capitão da guerrilha, assina a orelha de As moças de Minas. E diz: “O romance-reportagem de Luiz Manfredini, que a gente lê de um só fôlego pela força da história e pelo talento do autor, é uma dessas contribuições inestimáveis à compreensão do que a ditadura era capaz de fazer com seus adversários”.

Segundo Emiliano, “Manfredini escreve com a força do romancista, sem deixar de ser jornalista. Constrói com delicadeza os seus personagens reais, em meio ao terror, ao sangue, à violência desmedida e ao mesmo tempo metódica. Jornalistas como Manfredini não fingem qualquer imparcialidade. Têm lado”. E acrescenta: “Ter lado, no entanto, não o livra da apuração rigorosa, ao contrário. Ele deve procurar a verdade em meio àquele cipoal de fatos aparentemente desconexos. E ele o faz de modo primoroso”.

O livro também entusiasmou a jovem deputada federal gaúcha Manuela d’ Ávila (PCdoB),  a mulher mais votada no Brasil para a Câmara Federal em 2006. Ela nasceu mais de 20 anos depois dos acontecimentos narrados em As moças de Minas. “Muitos da minha geração ainda desconhecem o quanto foi preciso lutar – e sofrer – para que o Brasil conquistasse os espaços democráticos que usufrui hoje”, garante Manuela. Para a jovem parlamentar, em sua obra “Luiz Manfredini abre as portas de uma memória dolorosa, mas necessária, para que esse período dramático da nossa história jamais seja esquecido pelos que o vivenciaram e não deixe de ser conhecido pelos mais jovens”.

19/05/2008 at 09:30 2 comentários

Festa de 86 anos do PCdoB reúne comunistas paranaenses

Para comemorar os 86 anos de existência do Partido Comunista do Brasil, o Comitê Estadual e o Municipal de Curitiba promovem festa de confraternização, que reunirá os militantes e amigos da legenda. Chopp, música da melhor qualidade e petiscos completarão o tempero da comemoração.

O PCdoB tem muito a comemorar, assinalou Milton Alves, presidente estadual do partido. “Em 2007, o PCdoB foi uma legenda que cresceu e se expandiu em todo o país e no Paraná. Estamos presentes em mais de cem cidades e vamos para a disputa eleitoral de outubro mais preparados, bem situados, com possibilidades de ampliar a nossa presença política, elegendo prefeitos e vereadores”, disse o dirigente.

O Pré-candidato a prefeito do PCdoB, Ricardo Gomyde, ex-deputado federal e vereador por Curitiba, enfatiza o momento político vivido pelo partido. “Estamos adotando uma nova tática eleitoral, mais afirmativa, de ocupação de espaços em disputas majoritárias, como aqui em Curitiba. A perspectiva é boa para o PCdoB no estado. Temos candidaturas fortes em diversos municípios como Pato Branco, Clevelândia, Ibaiti, Wenscelau Bráz entre outros”, completou Gomyde.

A festa do PCdoB, que ocorrerá na sede social do Sindicato dos Médicos de Curitiba, será um momento de congraçamento da militância e dos amigos, reafirmando os valores e as tradições dos comunistas.

 Saiba como chegar – clique aqui!

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28/03/2008 at 12:11 Deixe um comentário

Ônibus adaptado leva oficina de arte para comunidades do litoral

A Linha do Tempo Livre é mais uma novidade deste ano na programação da Paraná Esporte no projeto Viva o Verão, do Governo do Estado. O projeto consiste em um ônibus adaptado, que leva à comunidade oficinas de pintura, grafite, tear, bonecos de sucata, flauta doce, fantasias carnavalescas e apresentações musicais e teatrais.

“Estamos levando recreação não apenas na faixa de areia, mas também para o interior dos municípios litorâneos, nos bairros e vilas”, destaca Cláudio Ribeiro, diretor de Lazer da Paraná Esporte.

O ônibus percorrerá os bairros das cidades litorâneas de terça a quinta-feira com oficinas, atividades recreativas e encenações teatrais. De sexta a domingo, serão apresentados shows musicais e peças teatrais nas praças.

“A perspectiva fundamenta-se em atender o interesse e a necessidade da comunidade e suas peculiaridades, levando até à população a cultura por meio de atividades artísticas”, explica a coordenadora Danyelle Reinhold, que diz que o projeto está começando com muito sucesso e que deverá percorrer todos os municípios do Paraná.

Na quarta feira (9), por exemplo, as atividades foram realizadas no Bairro Sertãozinho, em Matinhos, com a participação da população local. A garota Milena Martins de Souza, de 9 anos, ficou feliz com as atividades realizadas. “É muito bom, a gente quase não vai à praia e, como eles vêm aqui no bairro, a gente participa de tudo. Espero que voltem aqui no Sertãozinho”, avaliou.

A Secretaria de Estado da Educação, através da Paraná Esporte, propõe, com o projeto, não só lazer e arte como também inserção social. “Estamos proporcionando através de atividades culturais, de lazer, recreação e esporte, ações que vão ao encontro da qualidade de vida da população”, afirma Ricardo Gomyde, diretor-presidente da Paraná Esporte.

Melhor idade

Juntamente com o Tempo Livre está o “Fera da Melhor Idade”. É um grupo musical com uma formação de integrantes de várias gerações (17 a 80 anos). Eles executam músicas consagradas do cancioneiro popular brasileiro.

O projeto Fera da Melhor Idade tem por objetivo a formação de novos grupos em todas as comunidades do Paraná, proporcionando encontros de gerações diferentes e o resgate da sua cultura, com apresentações em centros de convivência, escolas e praças.

Caiobá

Neste final de semana, de sexta à domingo, a Linha do Tempo estará na Praia de Caiobá. Na próxima semana, de 15 ao dia 20, as atividades serão realizadas em Praia de Leste.

AE

11/01/2008 at 00:32 1 comentário

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